Amizade une os
três goleiros da
seleção nacional
Agência Estado
Três dos 22 jogadores da seleção brasileira têm menos direito de errar. E o erro de um pode dar a chance aos outros. Mas estes garantem que preferem deixar que o companheiro brilhe, mesmo que isso signifique o fim de suas esperanças de jogar. São os goleiros Taffarel, o titular, Carlos Germano e Dida, que têm uma característica em comum: defenderam todas as categorias de base da seleção. O preparador de goleiros Wendell Ramalho garante que os três estão em ótima forma para a Copa do Mundo.
Aos 32 anos, o gaúcho Cláudio André Taffarel, 1,81 m e 80 kg, prepara-se para sua terceira Copa. Experiente, preocupa-se sempre em conversar com os reservas. ‘‘Esse convívio que vocês vêem se dá muito pela posição que ocupamos’’, diz. O capixaba Carlos Germano Schwamback Neto, de 28 anos, 1,91 m e 86 kg, é o número 2 da lista. ‘‘Sei que o Taffarel é o titular, o que procuro fazer é mostrar que estou pronto para jogar, se tiver de entrar.’’ Mais econômico nas palavras, o baiano Nélson de Jesus Silva, 24 anos, 1,95 m e 85 kg, o cruzeirense que todos chamam de Dida, sabe que dificilmente terá a chance de jogar. ‘‘Estou tranquilo e bem preparado’’, resume.

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