Ameaçada, Lusa não pensa em voltar ao Café
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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
Thiago Mossini<br>Reportagem Local 
Mesmo ameaçada pelo rebaixamento e derrotada pelo Coritiba na capital no jogo que era para ter acontecido em Londrina, a Portuguesa não pensa em mandar a partida contra o Paraná Clube, pela 14 rodada, no próximo dia 8, no Estádio do Café. De acordo com o presidente do clube, Amarildo Vieira Martins, o jogo será mesmo no Pinheirão.
Alegando falta de público e, consequentemente, prejuízo financeiro, o cartola inverteu o mando de jogo no confronto contra o time coxa-branca. Com um público de aproximadamente 2,5 mil pessoas, a bilheteria rendeu cerca de R$ 27 mil segundo o dirigente. ''Sobraram para a Portuguesa R$ 14 mil'', comemorou.
O time voltou da capital com o bolso cheio, mas também com mais uma derrota, que o manteve na 14 posição com apenas 9 pontos. O Nacional, lanterna, tem cinco e o Roma, 15º, tem seis. Martins disse que a preocupação maior é com a ameaça de rebaixamento. ''O dinheiro é uma preocupação a mais, mas eu preferia o resultado do que o lucro'', afirmou.
O cartola lusitano acredita que se o jogo fosse em Londrina o resultado não seria diferente. ''No Café seria igual, não há diferença. Coritiba e Paraná são times grandes, que jogam em qualquer lugar e o Café é neutro'', apontou.
Nas contas do dirigente, o time precisa de mais quatro pontos para permanecer na Primeira Divisão. Antes do confronto contra o Paraná, na semana que vem, a Lusa encara o Iguaçu, em União da Vitória, neste domingo, e se despede do Estadual dia 11, contra o Rio Branco, em Paranaguá.
O técnico Knário não terá o zagueiro Baeza contra o Iguaçu, que foi expulso contra o Coritiba. Também cumprem suspensão o zagueiro Roberto Macena e o lateral-esquerdo Igor, que receberam o terceiro cartão amarelo. Em compensação, o treinador terá o retorno do meia Danielzinho, do volante Tião e do atacante Ferrari.


