Amarildo prevê LEC e Lusa brigando por oitava vaga
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terça-feira, 08 de janeiro de 2008
Thiago Mossini<br>Reportagem Local 
Sempre polêmico, o presidente do CAC/Portuguesa, Amarildo Vieira Martins, afirmou ontem que seu time vai brigar pela oitava vaga na segunda fase do Campeonato Paranaense. Até aí tudo bem. A polêmica vem nos concorrentes a essa oitava vaga elencados pelo dirigente. O arqui-rival Londrina, cuja diretoria sonha com as primeiras colocações, está entre eles.
''As primeiras sete posições devem ficar com Atlético, Coritiba, Paraná, Adap Galo, J. Malucelli, Cianorte e Toledo. Nós vamos brigar pela oitava posição. E o Londrina vai brigar pela oitava vaga também, assim como Iraty, Paranavaí e Rio Branco'', enumerou. ''Apesar que o futebol sempre tem surpresas'', continuou.
Na véspera da estréia no torneio, já que o time joga amanhã, contra a Adap Galo, em Maringá, o cartola admite que seu time não está pronto, tanto dentro como fora de campo. ''Existem algumas coisinhas para acertar no time que o Israel (de Jesus, técnico) está definindo. Quanto ao elenco, ainda temos jogadores para chegar e reforçar o nosso time'', afirmou Martins.
Entre os reforços que ele aguarda estão o meia Preto, ex-Imperatriz, e o lateral-direito Flávio, que devem se apresentar hoje. O zagueiro Tiago Soler, que defendeu o clube na Copa Paraná, deve acertar seu retorno. Ontem, foi apresentado o volante Daniel Pantera, que estava no Gama-DF e já treinou entre os titulares.
Para a estréia, o time ainda não está definido. O técnico Israel de Jesus programou outros dois treinos para hoje para escolher os 11 titulares. As dúvidas estão na defesa e no ataque.
Na zaga, Fonseca e Charles disputam uma vaga, Roberto Macena e Luís Henrique a outra. Tião é o único que está garantido. No ataque, Ferrari, Ambi, Carreta e Everton Totó brigam pelas duas vagas. A tendência é que os dois primeiros joguem, mas o panorama pode mudar até amanhã.
Estádio
A diretoria da Lusinha promete entregar até o dia 15, véspera do confronto contra o Coritiba, as obras pedidas pela Federação Paranaense de Futebol (FPF) no Estádio José Garbelini, em Cambé, para que sejam liberados jogos no local. A mais complicada das imposições é a construção de uma arquibancada para a torcida visitante.


