''Eu gosto de fazer todos os movimentos e quebrar as madeiras'', conta Lincoln Nakagawa, de 20 anos. O jovem convive com sequelas neurológicas, consequentes de uma encefalite viral contraída aos 6 anos. No entanto, isso não impede que desenvolva a habilidade necessária para a prática da arte marcial.

A autoestima notável de Nakagawa é apenas um dos benefícios que o taekwondo proporciona a ele e outros sete colegas praticantes do instituto. Disciplina, concentração e melhorias na parte física também fazem parte da lista, de acordo com pais e professores.

De acordo com a presidente do Instituto Comunicar e Crescer, Elenice Mieko Hiraiwa, as aulas de taekwondo com o Mestre Queiroz levaram uma empolgação a mais para a entidade. Ela acrescenta que a arte marcial pode contribuir no aprendizado dos alunos e também na sua vida profissional.

Confira mais informações na matéria do repórter João Fortes

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