Altos e baixos de Gil preocupam Corinthians
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terça-feira, 20 de maio de 2003
Agência Estado 
São Paulo - Que a diretoria corintiana não gosta da idéia de contratar um psicólogo, não é segredo para ninguém. Mesmo assim, um jogador terá atenção especial da comissão técnica daqui para frente: o atacante Gil. E nada tem a ver com trabalho técnico ou físico. A idéia é apenas bater papo, conversar. Pessoa retraída, tímida, Gil passou por momentos distintos na última semana.
Ao mesmo tempo que carrega o fardo de ter sido a figura mais apagada do grupo nas duas partidas contra o River Plate, pela Libertadores, entrou para a história do clube como autor do milésimo gol do Corinthians em campeonatos brasileiros, no empate por 1 a 1 diante do Cruzeiro.
Esses altos e baixos preocupam todos no Parque São Jorge. Por isso, espera-se que, com os diálogos mais frequentes, essa característica seja minimizada. O próprio atleta reconhece a situação. ''Esses altos e baixos acontecem com todo mundo. É normal'', afirmou. E apoio não faltará. Entre a cúpula, por exemplo, Gil sempre foi tratado como bibelô. ''Pode ir. O bom mesmo é o Gil'', diziam os dirigentes na época em que o atacante Ewerthon foi negociado com o Borussia.


