Na semana passada falei sobre provas piratas do tipo arrancada, principalmente, e da não realização de eventos no kartódromo local, que poderia ter sediado uma etapa do Campeonato Paranaense. Muita gente não gostou. O ex-presidente do Automóvel Clube de Londrina, Carlos Sardi, disse que a entidade tem poderes para realizar eventos regionais e que o principal objetivo é resgatar e fortalecer o automobilismo regional.
A principal reclamação, no entanto, é sobre as taxas cobradas pela Federação Paranaense de Automobilismo (FPA) que, segundo Sardi, inviabiliza a realização de eventos no autódromo. Segunto ele, com a criação do Metropolitano de Speed Fusca, por exemplo, as despesas são divididadas entre o Automovel Clube e os pilotos. A taxa de inscrição não passa de R$ 100,00 por prova, além da cidade ter bandeirinhas, sinalizadores e fiscais de pista. ‘‘Porque pagar taxas que chegam a R$ 6 mil para se realizar uma competição’’, pergunta?
Realizar um automobilismo barato, com grids cheios e os pilotos gastando pouco é a meta. Concordo. E até acho que deveria haver um incentivo para que mais pilotos aderissem. Uma categoria unida e sem ‘panelas’ é muito bom para o automobilismo paranaense.
Em tempo: em contato com a Federação Paranaense de Automobilismo, foi me passado que a taxa é realmente de R$ 6 mil para a realização de corridas, mas que nunca este valor é cobrado, pois dependendo do entendimento este preço cai bastante. De Londrina não ter sediado a final do Paranaense de Kart, porque a taxa era muito alta, a federação disse que a mesma seria entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil.

mockup