São Paulo - Primeiro foi Sebastian Vettel quem ameaçou. Depois foi a vez de Jenson Button ter sua chance. Mas, apesar das tentativas, nenhum deles foi páreo para Fernando Alonso ontem, no GP da Alemanha.
O ferrarista venceu a corrida em Hockenheim, sua terceira nesta temporada da F-1 e disparou na liderança do Mundial, ajudado ainda pela apagada apresentação de Mark Webber, vice-líder do campeonato e apenas o oitavo na décima etapa do Mundial.
Alonso, que chegou na Alemanha com 13 pontos de vantagem na ponta da classificação, agora soma 34 de folga sobre o piloto australiano. Mas, apesar disso, o espanhol ainda acredita que é muito cedo para se falar no título.
''Precisamos manter a consistência e continuar completando as corridas. Sempre um ou dois pilotos de ponta deixam de marcar pontos a cada prova e temos que evitar estar nesta situação'', afirmou o bicampeão, único piloto a ter marcado pontos nas dez etapas já disputadas.
''Claro que estou muito feliz com a nossa pontuação até aqui, mas isso não significa nada porque ainda temos outras dez corridas pela frente e precisamos continuar melhorando nosso carro. Começamos o ano 1,6 segundo atrás da concorrência e fizemos uma excelente recuperação. Mas temos de manter este ritmo'', completou Alonso.
Polêmica
Punições e controvérsias. Assim foi o final de semana do GP alemão para a atual bicampeã Red Bull.
Depois de ver Mark Webber perder cinco posições no grid de largada por ter tido de trocar a caixa de câmbio do carro do vice-líder do Mundial, fazendo com que ele largasse apenas em oitavo, o domingo foi ainda pior para a escuderia austríaca.
Sebastian Vettel fez boa corrida, mas foi punido por uma manobra ilegal -passou dos limites da pista -, o que o fez cair de segundo para quinto na classificação final.

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