São Paulo - Apesar do ambiente ruim que vive na McLaren, o piloto espanhol Fernando Alonso disse confiar na equipe e não vê a necessidade de um observador da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) para vigiar a escuderia em Interlagos, no domingo.
A entidade que rege o automobilismo anunciou há aproximadamente uma semana, após as várias reclamações de Alonso, principalmente durante os treinos classificatórios, que um comissário especial vai vigiar se a escuderia inglesa dará tratamento igual a seus dois pilotos no GP Brasil de F-1. ''Não necessitamos tê-lo (o observador-. Confio em minha equipe'', disse Alonso na manhã de ontem em São Paulo.
No último GP, em Xangai, Alonso se revoltou com a equipe depois do treino classificatório. O piloto, que vinha sendo o mais rápido em quase todas as sessões de treinos, ficou em quarto no grid. Hamilton conquistou a pole. Foi o suficiente para que ele saísse atirando nas entrevistas pós-treino. Disse não confiar em Dennis, nem na equipe. Mas ontem voltou atrás nas reclamações e baixou o tom do discurso.
Ontem surgiram boatos de que a Mercedes, fornecedora de motores e acionista majoritária da McLaren, deixará o atual bicampeão mundial sair de graça, sem receber a multa rescisória. Com isso, Alonso teria caminho livre para voltar à Renault, com quem conquistou os títulos mundiais de 2005 e 2006.
Os primeiros treinos livres para o GP do Brasil serão realizados hoje, às 14 e 16 horas. (Folhapress)

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