São Paulo - Lothar Matthaus foi grande jogador, mas é um técnico pífio, pelo menos até agora. Sua maior chance veio no comando da seleção húngara. Tinha contrato originalmente até o fim de 2007, mas deixou a equipe após não conseguir vaga nem na repescagem das Eliminatórias européias. Em quarto lugar no grupo 8, ficou só à frente de Islândia e Malta.
Em 29 jogos com a seleção da Hungria, obteve 13 vitórias e 13 derrotas. Começou a carreira de técnico em 2001 no Rapid Viena, da Áustria. Foi sacado do posto após 245 dias de trabalho.
Depois, assumiu o Partizan de Belgrado. Conseguiu o título na Sérvia e Montenegro e classificou o time para a Copa dos Campeões da Europa, mas muitos no país diminuem o mérito de Matthaus porque ele na verdade herdou um bom time que já estava perto da taça nacional.
Antes de negociar com o Atlético Paranaense, Matthaus estudava oferta de time escocês. (Folhapress)

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