São Paulo - Ainda faltam pouco menos de dois anos para o início da Copa do Mundo de 2006, mas o governo alemão já começa a intensificar seus esforços para a divulgação do evento. Ontem, o vice-ministro da Economia e Trabalho do país, Ditmar Staffelt, esteve em São Paulo e prometeu que os preços dos hotéis serão controlados pelo governo da Alemanha durante a competição.
''Queremos que seja cobrado o justo. Não vamos explorar ninguém na Copa. Nossa visão é para o futuro'', afirmou Staffelt. A estimativa é de que 8 mil torcedores brasileiros viajem para a Alemanha na Copa de 2006.
Os 12 estádios que irão abrigar o evento já estão praticamente prontos. Juntos, consumiram 1,5 bilhão de euros. Serão cinco novos (Frankfurt, Gelsenkirchen, Hamburgo, Leipzig e Munique), quatro reformados (Berlim, Hannover, Colônia e Nuremberger) e três ampliados e modernizados (Kaiserslautern, Dortmund e Stuttgart). Em obras de infra-estrutura rodoviária, foram gastos mais 3,4 bilhões de euros.
Serão oferecidos 3,2 milhões de bilhetes, todos com o chip RFID (radio frquency identification) para o monitoramento do controle eletrônico das entradas.
''O sistema da venda de ingressos ainda não foi definido. Como é uma questão delicada, a Fifa e o Comitê Organizador ainda estão discutindo qual será a melhor maneira de vender os ingressos'', afirmou Adriana Martins, representante do Centro de Turismo Alemão - DZT.
Os ingressos custarão, em euros, entre 45 (jogo da primeira fase, categoria 4) a 600 (na final, categoria 1), ou convertendo para o dinheiro brasileiro, entre R$ 140 a R$ 2.400.

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