Por pouco o pivô Alê não fica de fora da principal conquista da Unopar no primeiro semestre. Ele torceu o tornozelo no último jogo do Torneio da Macedônia, pela seleção brasileira, no último dia 31, e chegou a São Paulo sem condições de jogo. Como a Unopar perdeu o outro pivô, Pé, num acidente de carro às vésperas da estréia, o central Bruno atuou improvisado na posição. Alê tentou jogar na estréia, contra a Metodista, mas sentiu dores e saiu.
Foi poupado nos jogos seguintes e na semifinal contra o favorito Pinheiros foi ''para o pau'', como ele próprio definiu. Atuou bem, esqueceu das dores (encobertas por antiinflamatórios), e foi um dos artilheiros, com 7 gols. ''Foi legal estar com a seleção, mas melhor ainda ganhar essa taça depois de uma maratona tão grande de jogos e treinos'', afirmou Alê.
O pivô ficou 16 dias com a seleção e marcou gols em todos os seis jogos que o Brasil disputou nos Torneios do Egito (campeão) e da Macedônia (4º colocado). No total, fez 19 gols e considerou o seu aproveitamento como ''muito bom''. ''Estou ainda mais confiante de poder ser relacionado para a Olimpíada. Sobraram três pivôs no grupo (os outros dois são Menta e Jardel) e estou na briga''. (J.K.)

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