Arquivo FolhaOlivier
Panis e
o ‘patrão’
Alain
Prost.
Tetracampeão
mundial
de F-1
está tendo
dificuldades
com seu
time neste
início de
temporadaAlain Prost, tetracampeão mundial de Fórmula 1, não esconde a admiração pelo pilotos brasileiros. Um bom exemplo é a contratação do paulista Marcelo Battistuzzi para integrar a equipe Prost Júnior, que disputa o Campeonato Europeu de F-3000. Em 97, Battistuzzi foi campeão alemão e europeu de F-Opel. Prost, que sempre defendeu uma ‘‘nacionalização’’ de seu time, mudou de idéia. ‘‘Quero internacionalizar minhas equipes’’, afirma.
‘‘O protesto das equipes contra o sistema de freios da McLaren vem em boa hora’’, disse Prost. ‘‘Não estou dizendo que eles estão fazendo alguma coisa errada; apenas tem de ficar claro para todo mundo o que é legal ou não dentro do novo regulamento.’’ Prost elogiou o motor e o trabalho da McLaren.
Apesar do calor brasileiro e de uma circuito com muitas ondulações e inimigo dos motores, na opinião do francês, Interlagos tem um sabor especial para ele. ‘‘Venci seis vezes aqui e sempre fui respeitado pelo público’’, lembra. Prost também não esquece dos duelos com o brasileiro Senna, algo ‘‘estimulante’’, segundo ele.
A Prost Grand Prix, sensação da edição passada do GP do Brasil, com um desempenho elogiado do francês Olivier Panis, vive, hoje, uma outra realidade. A surpresa de 97 não vai se repetir este ano, na opinião de Prost. ‘‘Ainda é muito cedo’’, analisa.

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