Washington, EUA - Roberto Firmino fez em 2017 e 2018 a grande temporada de sua carreira, marcando 27 gols, 11 deles na Liga dos Campeões, campeonato no qual ajudou o Liverpool a chegar à final. Na Copa, diante do jejum de Gabriel Jesus, que passou em branco nos cinco jogos, a torcida clamou pela sua entrada, mas não foi atendida. Agora, neste início de ciclo nos EUA, o atacante desponta como a principal novidade no Brasil pós-Mundial.

Para os confrontos contra EUA na última sexta, em Nova Jersey - vitória brasileira por 2 a 0 - e diante de El Salvador, nesta terça, em Washington, Tite barrou Jesus. Firmino viajou como a principal opção do comando de ataque da seleção, deixou sua marca na estreia e começou a cementar um lugar cativo já de olho na Copa América do ano vem, em solo brasileiro.

Durante a passagem pelos EUA, o treinador admitiu, em conversa com jornalistas, que considera a ausência de Firmino um dos erros que cometeu durante o Mundial. Isso foi agravado com a lesão de Renato Augusto durante a preparação.

"Esse foi um dos erros que eu cometi, com a lesão do Renato. Agora vem uma composição do Firmino, com dois flechas, wingers, ponteir -não importa como você quer chamar. Essa alternativa já se apresenta", explicou o treinador.

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