O advogado Marcos Malucelli, um dos que auxiliam o ex-técnico da seleção brasileira Wanderley Luxemburgo, disse ontem que seu cliente foi submetido a um processo ‘‘inquisitório’’ na CPI do Futebol, na última quinta-feira, no Senado. ‘‘Só deram alternativa para ele responder sim ou não’’, reclamou Malucelli. ‘‘Não teve direito de defesa, mas só de resposta, e sem assistência direta do advogado.’’
De acordo com ele, Luxemburgo estava preparado para qualquer pergunta, embora admitisse que a expectativa era ver ‘‘coisas do futebol’’. Quando os questionamentos partiram para questões financeiras e aumento patrimonial, Malucelli entende que Luxemburgo ‘‘precisava de assessoria do advogado’’. Mas ele próprio admite que não tinha todas as documentações sobre contas correntes, poupanças e escrituras de imóveis do treinador.

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