Agência Estado
De São Paulo
Uma jogadora conhecida das brasileiras, Danielle Scott, é o destaque do time dos Estados Unidos que vai enfrentar o Brasil na sétima rodada da Copa do Mundo do Japão, às 2h30 de amanhã, com televisão (Rede Globo). Apesar de contar com a talentosa atacante Danielle, que reforça a equipe paulista do BCN/Osasco, a mesma da capitã brasileira Ana Moser, as rivais norte-americanas não devem representar uma grande ameaça para que o Brasil some mais uma vitória no torneio, que vai garantir às três primeiras colocadas vagas para a Olimpíada de Sidney, no ano que vem.
O time dos Estados Unidos não tem mais chances de classificação para a Olimpíada. Mas, para o Brasil, que vai enfrentar a Coréia do Sul na madrugada de sexta-feira, todo resultado positivo é fundamental. ‘‘Cada jogo é uma preparação para o confronto seguinte, em que vamos enfrentar a Coréia’’, observou o técnico Bernardo Rezende. ‘‘As vitórias são decisivas para chegarmos à última fase, que é ainda mais difícil, sem termos de depender de combinações quase impossíveis de resultados para classificar o Brasil à Olimpíada.’’
As sul-coreanas, que após a quinta rodada dividiam a terceira posição com as brasileiras, atrás de Cuba e Rússia, invictas, podem ser rivais diretas na briga por uma vaga olímpica. A última vez que brasileiras e norte-americanas jogaram oficialmente foi nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, com vitória por 3 sets a 0 para o Brasil. Danielle Scott é a referência dos Estados Unidos. ‘‘É o ponto de força do time delas e uma das nossas maiores preocupações’’, confirma Bernardinho. Ele ainda cita a atacante canhota Noriega e a meio-de-rede Hurley como destaques na seleção ndos EUA.
Outros jogos: Argentina x Cuba e Coréia do Sul x China, em Kanazawa; Rússia x Tunísia, Itália x Croácia e Japão x Peru, em Sendai.

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