Adidas e Nike brigam pelo mercado futebolístico
Adidas e Nike brigam
pelo mercado futebolístico
Agência Estado
A batalha entre os fabricantes de artigos esportivos para ganhar o mercado futebolístico começou há muitos anos, mas cresce à medida em que se aproxima o início da Copa do Mundo da França, marcado para a próxima quarta-feira, 10 de junho.
Por enquanto a Adidas tem vantagem sobre a Nike - cuja ofensiva no futebol é recente - assegurando que as vendas de seus produtos relacionados ao futebol cresceram oito vezes nos últimos dois anos. A empresa norte-americana despreza a Adidas no mercado latino-americano e deu passos importantes no mesmo período. Um deles foi a assinatura de um contrato com a seleção brasileira de valor estimado em US$ 200 milhões e outro com o jogador Ronaldo por cerca de US$ 125 milhões.
A Adidas veste seis das seleções que participam da Copa: Argentina, Alemanha, Espanha, França, Iugoslávia e Romênia. A Adidas produz o uniforme dos árbitros e faz a bola das copas.
A Nike veste, além do Brasil, as equipes de Coréia do Sul, Estados Unidos, Holanda, Itália e Nigéria. Em comparação com o tempo de atuação no mercado, o êxito da Nike pode ser considerado enorme, apesar da polêmica gerada pela organização da chamada Nike Tour, na qual a empresa interfere no calendário de amistosos das seleções que patrocina. A Fifa divulgou que a partir do ano que vem deverá colocar certo limite às partidas organizadas com patrocínio.Apesar do domínio, Adidas e Nike não são as únicas empresas do mercado.
Das seleções participantes da Copa, a Umbro veste Escócia, Inglaterra e Noruega. A Lotto assinou um contrato com a Croácia. A Reebok produz os uniformes de Colômbia, Chile e Paraguai. O material esportivo utilizado por Áustria, Bulgária, Camarões, Irã, Marrocos e Tunísia é fabricado pela Puma. Jamaica e África do Sul são vestidas pela Kappa. A Aba Sport fabrica o uniforme do México; a Diadora, o da Bélgica; a Hummel, o da Dinamarca; a Shamel, o da Arábia Saudita; e a Asics produz o do Japão.





