São Paulo - A expulsão da árbitra brasileira, a londrinense Márcia Aversani Lourenço, do Mundial de Ginástica Rítmica (GR), que terminou no último domingo, em Nova Orleans/EUA, foi pela acusação de ter favorecido o Brasil com suas notas. Outros três juízes foram expulsos por favorecimento dos respectivos países na avaliação do desempenho das atletas, segundo comunicado da Federação Internacional de Ginástica (FIG), na Suíça. A nota afirma ainda que existiram erros graves na sexta-feira e no sábado.
''Eles (os juízes) elevaram as notas dos próprios países'', disse o porta-voz da FIG, Philippe Silacci.
A FIG tomou a decisão após rever, como de praxe, as gravações das etapas de sexta-feira e sábado. Os juízes foram expulsos no domingo, e não houve necessidade de substituição. A classificação não foi alterada em função das expulsões.
Segundo comunicado da FIG, ''o Comitê Técnico analisou as notas dos juízes e chegou à conclusão de que eles deram notas muito altas para seus próprios países''.
Participaram do Mundial 20 países, entre os quais o Brasil. A Rússia levou o ouro; a Bielorrúsia, a prata; e a Grécia, o bronze. O Brasil ficou em oitavo; a Coréia, em último. A China ficou em sétimo, e a Bulgária, em quarto.

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