Acidente que matou Moore é investigado
Agência Estado
De São Paulo
Os técnicos da Cart e da International Speedway Corporation, proprietária do autódromo de Fontana, investigam as causas do acidente que matou o piloto Greg Moore, domingo, na última etapa da Fórmula Indy. Uma das hipóteses é que a pista teria resíduos de graxa e óleo de competições anteriores, provocando os acidentes com Greg Moore e Richie Hearn, ambas na curva 2. Por enquanto são apenas especulações, disse Greg Penske, executivo da International Speedway Corporation.
Os engenheiros da equipe Forsythe e os dirigentes da Cart (Championship Auto Racing Teams) asseguraram que o dedo indicador da mão direita que Moore fraturou depois de cair de uma vespa, no sábado, não teve relação com o acidente. Moore, com Reynard-Honda, saiu da pista a cerca de 360 km/h, na décima volta, capotando diversas vezes e batendo contra a rede de proteção, destruindo completamente o monoposto. O piloto morreu cerca de uma hora depois na UTI do Hospital de Loma Linda, em Los Angeles.
A telemetria da equipe Forsythe também não acusou nenhuma quebra de componente mecânico do Reynard-Honda nos momentos que antecederam à saída da pista.





