Kuala Lumpur - Na entrevista coletiva depois da prova, reservada aos três primeiros colocados, Rubens Barrichello, segundo com a Ferrari F2002, disse: ''Quando eu ultrapassei a Sauber de Nick Heidfeld (nona volta) e pude fazer minha corrida, me surpreendi ao ver que a McLaren de Kimi Raikkonen (segunda classificada até então), à minha frente, era mais veloz que eu.'' Esse talvez seja o melhor retrato do GP da Malásia para a Ferrari: desde o mesmo GP da Malásia, ano passado, a Ferrari não tinha um adversário mais bem preparado na competição.
Como Michael Schumacher, Barrichello atribuiu ao acidente da largada não poder lutar pela vitória, apesar de reconhecer a maior velocidade da McLaren. ''Não existe o se, mas se eu não tivesse perdido tantas posições (caiu de terceiro para sexto) no acidente, a história da corrida para nós poderia ser outra.''
Cristiano da Matta, da Toyota, terminou seu primeiro GP. Classificou-se em 11º, depois de largar em último, com o carro reserva, porque o titular apresentou problemas no acelerador eletrônico antes da volta de alinhamento.
Antonio Pizzonia, da Jaguar, se envolveu no acidente provocado por Michael Schumacher, na largada. ''Com a parada para trocar a frente do carro, minhas chances de um melhor resultado quase que acabaram'', disse.

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