Olá, amigos do Esporte! Semana passada, começamos aqui uma conversa sobre a crise econômica que se abateu sobre o futebol mundial e, especialmente, sobre o futebol brasileiro. Uma semana depois e os sete clubes que não pertencem ao Clube dos 13, mas estão na série A do Brasileirão, continuam de ''pires na mão'' pedindo mais verbas para participarem da competição. Do contrário, ameaçam boicotar a televisão, não permitindo a transmissão de seus jogos.
No meio da crise, aconteceram coisas boas, como o primeiro passo para a criação do Código de Defesa do Consumidor de Futebol. É a ferramenta que ajudará o torcedor a buscar seus direitos e intervir em possíveis ''viradas de mesa'', superlotação de estádios, má-administração de um clube ou um campeonato e outras coisitas mais. Também apareceu a proposta, da Rede Globo, de criação de um Campeonato Brasileiro com pontos corridos e oito ou nove meses de duração.
A diminuição, e consequente valorização, das competições podem resultar em lucros para os clubes. Com três divisões de respeito, no máximo 24 clubes em cada uma, jogos aos finais de semana, o interesse da televisão e dos patrocinadores pode aumentar, sem contar com a volta do público aos estádios. A organização permitiria sucesso na venda de carnês de ingressos e os clubes teriam receita antecipada.
A crise do dólar também atinge os clubes. Quando o Atlético estipulou o preço de R$ 15 para as suas partidas no Brasileirão, há três anos, esse valor equivalia a US$ 15. Hoje, com a desvalorização do real, o mesmo ingresso vale menos de US$ 5.
No meio de tudo isso, o Brasileirão começa daqui a 10 dias. Os nossos cartolas, que, na maioria, nunca foram bons administradores, terão que administrar o caos. O caos onde eles mesmos se apressaram a chegar.
Bolinha amarela O fenômeno acontece em todo o Brasil e o Paraná não poderia ficar de fora. Aliás, está mais dentro do que nunca. O crescimento do tênis no Estado é algo notável. Depois da conquista do Inter-federações, o Brasileirão do tênis nacional, os paranaenses mostraram o que sabem na primeira etapa do Grand Slam TIM de Tênis.
A curitibana Gabriela Ziliotto, sobrinha de Gisele Miró, o maior nome do tênis paranaense, conquistou o título do profissional feminino em um jogo brilhante com a cascavelense Bruna Calósio. Técnica, força e graça são as características desta jogadora de 17 anos que em breve será mais um ídolo nacional do esporte.
O também curitibano Alexandre Bonatto (Adidas/Volkl/DMTenis), não teve forças para superar as dores musculares e caiu na semifinal, perdendo para Rafael Cruz, que foi o vice no torneio, O campeão foi o catarinense Paulo Baumer. Bonatto, no entanto, continua na liderança do ranking brasileiro dos 18 anos e será o principal representante do País nas Jogos Sul-Americanos, que começam agora, na próxima segunda-feira, em São Paulo. Depois, corre atrás de mais pontos na ATP fazendo os ''futures'' brasileiros e mais o Brasil Open, que será realizado na Bahia.

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