São Paulo - O Brasil está a 47 atletas de levar aos Jogos Olímpicos de Pequim a maior delegação de sua história. Faltando 100 dias para o início da competição na China, o país já tem 200 vagas asseguradas, em 25 modalidades diferentes. O recorde de participação brasileira aconteceu há quatro anos. O Brasil teve em Atenas, na Grécia, 247 atletas, 42 a mais do que em Sydney-2000, que detinha a marca mais expressiva até então.
No último final de semana, a delegação nacional recebeu o acréscimo de dois novos nomes. O esgrimista João Souza conquistou a vaga no florete, durante o Pré-Olímpico de Queretano, no México, enquanto Jefferson Sabino alcançou o índice olímpico no salto triplo, durante o festival de saltos e velocidade, organizado pela Federação Paulista de Atletismo.
Nos próximos dias, o Brasil conhecerá a sua equipe de natação que vai a Pequim. O Troféu Maria Lenk, última seletiva olímpica do país, acontece entre 6 e 11 de maio, no Rio de Janeiro. Até o momento, 11 nadadores têm índice para a competição.
Outro esporte que ainda está indefinido é o basquete. As seleções feminina e masculina terão que disputar torneios classificatórios.
Doping
O alemão Tobias Unger, que foi campeão europeu indoor dos 200 m rasos em 2005, afirmou ontem que é impossível conquistar o ouro olímpico da distância sem recorrer ao doping. ''Na realidade, não dá para ganhar em 200 m de Pequim sem estar dopado'', disse o velocista, em Esslingen, no sudoeste da Alemanha.

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