60 anos - Folha de Londrina
Estou na FOLHA desde o seu nascedouro. Lembro de quando o Milanez (Jõao, Milanez, fundador) precisou do apoio de pessoas da cidade para garantir a fixação e circulação do jornal e colaborei com um grande quantia na época, comprando uma assinatura vitalícia. Tenho até hoje e ela vai ficar depois para os netos. Sobre a importância da FOLHA para o Londrina, posso dizer que o clube não teria esxistido se não fosse o jornal, que sempre deu apoio, notícias e ajudava nas campanhas. A FOLHA foi primordial para o time. Fez mais pelo Londrina do que a torcida e mais que os nossos políticos que passaram pela Prefeitura. O único político que lembro de ter ajudado o Londrina foi o Moisés Lupion (ex-governador), que doou a área onde fica a sede campestre.
Carlos Antônio Franchello, advogado, ex-presidente do Londrina Esporte Clube nas décadas de 60 e 70
Já nasci conhecendo a FOLHA e sempre acompanhei o seu crescimento. Meu pai até trabalhou no jornal quando a impressão ainda era feita aí na sede (na Rua Piauí). E depois que saí do Brasil, ainda muito novo (com 18 anos), a FOLHA era a minha referência de notícias sobre o Paraná. Lembro que quando conheci a internet, em 1994, na Alemanha, acessava um site que localizava a FOLHA e eu imprimia a primeira página do jornal de manhã para ler com a minha esposa, em Stuttgart enquanto tomávamos o café. A FOLHA, para mim, representa bem Londrina, que é a cidade que eu amo e para onde sempre procuro levar os meus amigos que faço pelo mundo. Sempre que eu tirava férias, vinha primeiro para Londrina.
Giovane Élber de Souza, ex-atacante da seleção brasileira e do Londrina, Milan, Bayern de Munique, Stuttgart, Lyon e Cruzeiro
Como londrinense e como atleta, tenho guardado todo o meu histórico como nadador a partir das reportagens da FOLHA sobre as competições que participei. Todos os meus grandes feitos, como as duas medalhas em Pan-Americanos e as Olimpíadas que participei foram publicadas no jornal. A FOLHA sabe quem é da terra, valoriza os seus talentos e acompanha as suas carreiras, mesmo depois que eles saem da cidade, como foi o meu caso. Deixei Londrina aos 16 anos, morei cinco anos em Curitiba, mais dois nos Estados Unidos e estou em Belo Horizonte desde que comecei a nadar pelo Minas Tênis. Em todo esse período a FOLHA sempre deu matérias minhas e eu sempre acompanhei aos notícias da cidade no site e no portal da FOLHA.
Rogério Aoki Romero, ex-nadador de cinco Olimpíadas e hoje secretário-adjunto da Secretaria de Esportes do Governo de Minas Gerais





