Agência Estado
De Dacar, Cairo
Não foi só o número de veículos participantes do Dacar (414) que cresceu em relação aos últimos anos. Cresceu também o número de candidatos ao título. Se as marcas com chances de ganhar são as mesmas entre as motos (KTM e BMW) e os caminhões (Tatra e Kamaz), nos carros a disputa deve ser mais acirrada. O Dacar-Cairo, 22ª edição do mais tradicional dos ralis, começa hoje. E a primeira etapa, de 594 quilômetros, será entre Dacar e Tambacounda, no Senegal. A prova terá 17 etapas e cerca de 11 mil km de percurso.
Os dois bugues com motor Renault do francês Jean-Louis Schlesser, campeão de 99, estão entre os favoritos. O melhor deles é pilotado pelo próprio Schlesser e outro, pelo espanhol Jose Maria Servia. Mas quem realmente deve lutar pelo título também são os carros da Nissan e o protótipo Mega Desert do francês Stephane Peterhansel (hexacampeão com motos).
A participação brasileira neste rali será a maior de sua história: onze competidores distribuidos em três equipes. A BR/Lubrax é a única a participar das três categorias. Nas motos, o pilotos Joaquim Gouveia (Juca Bala); nos Caminhões, André Azevedo e o checo Tomas Tomecek; e na Carros Maratona, Klever Kolberg em dupla com o navegador francês Pascal Larroque.
A estreante Hollywood Troller, terá pilotos apenas na categoria Carros T3, que permite a troca de peças. A dupla principal será formada por Cacá Clauset e Amyr Klink. Reinaldo Varela e Alberto Fadigatti, Roberto Macedo e Marcos Ermírio de Moraes, Arnoldo Júnior e Galdino Gabriel completam o time.
Correndo sozinho, Arilo de Alencar também está inscrito na categoria carros.