O crescimento e a estabilidade econômica do Brasil pertimiram aos clubes concorrer com maior igualdade de condições com equipes de parte da Europa na briga por jogadores. Tanto que o Internacional trouxe o uruguaio Diego Forlán, o Botafogo contratou o holandês Clarence Seedorf e o Santos consegue manter em seu elenco uma das estrelas do futebol mundial atual, Neymar. São jogadores que ganham uma fortuna, algo que muitos executivos de gigantes multinacionais nem sonham em receber.

Porém, os milionários são poucos. A grande maioria das pessoas que calçam as chuteiras para ganhar a vida é formada por operário da bola, com salário que mal dá para sustentar a família. Mas há ainda um grupo à parte, uma camada considerável dos boleiros, que tem um adversário complicado no dia a dia: o fantasma do desemprego.

A partir de hoje, a FOLHA mostra como é esse quadro e conta algumas histórias de atletas que viram o sonho de fazer fortuna com a bola virar pesadelo.

Leia a reportagem completa de Thiago Mossini e Rafael Souza em conteúdo exclusivo para assinantes da FOLHA.

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