acho que tenho sido útil aos meus companheiros, fazendo algumas observações", diz. "O fundamental é ter tranquilidade, não deixar fatores extra-campo influenciarem nossos desempenho e manter concentração total nessas partidas, todas elas decisivas", acrescenta. No trabalho de contenção, Gallo ainda conta com a ajuda de outro experiente jogador: o meia Valdir, de 35 anos. "Estamos com um ótimo entrosamento e, naquele setor, isso é fundamental para o bom rendimento da equipe", ressalta. Campeão brasileiro de 1994 pelo Palmeiras, Velloso - que já soma 22 jogos no Atlético - acredita que o time, depois da irregularidade apresentada na primeira fase da competição, está em ascenção. Ele procura passar isso aos colegas. "Digo que o pior momento que vivemos foi a goleada de 4 a 0, contra o Paraná
partida em que jogamos muito mal", afirma. Foi naquele jogo que o Atlético passou a depender de outros resultados, e não apenas de si, para ficar entre os oito dos playoffs. "Mas isso passou e a equipe, agora, está unida em torno de um único objetivo, que é ser campeã", afirma.Por Evaldo Magalhães Belo Horizonte, 19 (AE) - O meia Gallo, de 32 anos e capitão do Atlético Mineiro, e o goleiro Velloso, de 31, têm sido, entre os veteranos do time, fundamentais na manutenção do equilíbrio emocional da equipe, na reta final do Brasileiro. Gallo, que veio do Botafogo para a disputa do campeonato mineiro, ainda no primeiro semestre, acredita que a situação vivida pelo clube é muito parecida com outras duas pelas quais passou. "Tanto em 1995, quando eu estava no Santos, como no ano seguinte, na Portuguesa, chegamos com dificuldades à fase decisiva da competição", diz. "Por ter vivido isso duas vezes

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