São Paulo, 17 (AE) - O Palmeiras está encontrando muitas dificuldades para contratar o indispensável zagueiro apesar das inúmeras propostas que o clube paulista recebe diariamente de empresários. O mercado inflacionado tem sido o maior obstáculo para os dirigentes da Parmalat. O técnico Luiz Felipe Scolari continuará, portanto, tendo problemas para escalar o setor defensivo do Alviverde no Campeonato Brasileiro, na Copa Mercosul e, até mesmo, na decisão de Tóquio, já que os titulares Júnior Baiano e Cléber sofreram cirurgias e devem passar, no mínimo, dois meses em recuperação. Além disso, Roque Júnior, o reserva imediato, pede mais que o dobro da quantia oferecida pelo patrocinador para renovar seu contrato. Os primeiros nomes da lista de reforços são os experientes Argel e Adílson.
A milionária Parmalat está reticente em investir alto em Argel do Porto. Dirigentes do clube português, que pagaram US$ 2 milhões pelo atleta ao Santos, declararam que exigiram US$ 3,5 milhões ao Palmeiras. Ou seja: esperavam lucrar US$ 1,5 milhão em dois meses. Os dirigentes palmeirenses recuaram. Quanto a Adílson, ele só será contratado se convencer os dirigentes do Jubilo Iwata a liberá-lo do cumprimento do seu contrato, que terminaria em dezembro.

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