Investir no aprendizado de outro idioma é uma ação que, há tempos, o mercado de trabalho reconhece como fator de diferença na hora de contratar. No ranking mundial, o inglês ainda é detentor do maior número de falantes, mas o espanhol tem saído da posição de coadjuntante e em breve deve tornar-se o protagonista dos idiomas. A língua já é a segunda mais usada nos negócios.

De acordo com a presidente da Associação dos Professores de Espanhol do Estado do Paraná, Valdirene Zorzo Veloso, que também é professora do curso de Espanhol do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas da Universidade Estadual de Londrina (UEL), com o crescimento econômico brasileiro e a proximidade da Copa Mundo, em 2014, e das Olimpíadas, em 2016, o idioma passou a ser um dos mais requisitados. ''Apesar de não haver estimativas concretas em relação as vagas de emprego que a fluência no idioma pode gerar, elas são promissoras'', afirma a especialista.

A secretária bilíngue, Ana Fernanda da Silva, 25 anos, já foi recrutada por duas vezes para trabalhar em feiras que têm como foco a exportação de móveis e matérias primas. ''Estou desempenhando a função de digitadora bilíngue'', conta ela, que vai trabalhar na Feira Internacional da Qualidade de Máquinas, Matéria Prima e Acessórios para a Indústria Moveleira (FIQ), que tem início amanhã no Salão de Eventos da Expoara, em Arapongas.

Leia mais na reportagem de Kalinka Amorim

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