Refinador de vidas
PUBLICAÇÃO
domingo, 29 de abril de 2018
Magaléa Mazziotti<br>Reportagem Local 
Entusiasta e estudioso do eneagrama há nove anos, o médico reumatologista, Ricardo Braga Amin, 47 anos, considera que o autoconhecimento e a capacidade de empatia desenvolvida por meio das ferramentas desse estudo, são de extrema valia para todos os aspectos da vida. "Comecei a estudar com ressalvas, achando que era uma espécie de horóscopo, mas não tem nada a ver. Você se aprofunda sobre os vícios comportamentais, os estereótipos e sabendo como cada personalidade funciona passa a saber o jeito de lidar e falar mais assertivo com cada um", revela. "Enxergando melhor o outro e a si mesmo, dá para entender quando somos nós que estamos descompensados. Entender isso muda tudo no atendimento aos pacientes e, principalmente, na efetividade de acertar e convencer cada pessoa sobre o tipo de tratamento a ser seguido", admite.
Casado há 22 anos com a bióloga Valéria Helena Guazeli, 47 anos, e pai de duas adolescentes (uma com 15 anos e outra 17), Amin diz que o eneagrama serve para todos os tipos de relações. "Minhas filhas estão na adolescência e como eu e minha esposa estudamos o eneagrama, sabemos exatamente quando é um ou outro que tem que administrar certa situação", exemplifica. "Não digo que nosso casamento melhorou 100% depois que passamos a conhecer as técnicas, porque já beirávamos os 100% antes, casei com minha alma gêmea, mas claro que ajudou ainda mais em nossa cumplicidade e felicidade", declara.


