A Constituição Federal Brasileira veta qualquer tipo de discriminação, distinção ou conduta que viole a privacidade ou dignidade da pessoa. Sendo assim, se o candidato a uma vaga julgar que existe a prática de qualquer conduta discriminatória em relação a sua orientação sexual é importante procurar um advogado que poderá orientá-lo sobre as providências que devem ser tomadas.
Para a advogada trabalhista Élida Braga, qualquer pessoa que se sentir discriminada deve procurar seus direitos. Segundo ela, em países como os Estados Unidos, por exemplo, fazer qualquer tipo de pergunta que não seja de cunho profissional no momento da entrevista é poibido por lei, como perguntar a idade, o estado civil, se a pessoa tem filhos. ''Lá não se pede nem a identidade porque o relevante na contratação são as competências'', diz Élida.
Na opinião de Élida, as empresas condenam alguns trejeitos dos homossexuais e não a homossexualidade. ''Não há diferença entre o trabalho desenvolvido por um homossexual e um heterossexual. O que traz preocupação para a empresa é a imagem que ela vai ficar no mercado, se vai perder clientes, por exemplo, se ela tiver em seus quadros uma pessoa com esteriótipos''. (V.B.)

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