Profissionais da área aprovam mudanças
Paixão pelo perigo, prazer em ser, de alguma forma, útil à sociedade. É difícil apontar um motivo que determine o que leva um indivíduo a fazer o curso de formação de vigilantes, mas é certo que quem ali está precisa gostar do que faz, pelo menos é o que afirma Alessandro Bueno.
Atuando na área há cerca de 10 anos, ele conta que dessa vez foi às aulas a pedido da empresa que representa e acredita que a medida é benéfica à classe. ''Com as mudanças, tenho visto que muitas empresas têm posto seus profissionais para fazer cursos, isso é bom porque agrega um conhecimento e há matérias novas'', afirma.
Ele reconhece que, após o curso, está mais preparado para encarar o dia a dia da profissão. ''Técnicas de defesa pessoal era uma coisa que eu não tinha e agora percebo o quanto é importante e faz a diferença'', exemplifica Bueno.
Alan Aparecido Malaquim é outro a engrossar a turma que aprova o aumento das matérias no curso e o surgimento da extensão de atendimento a eventos de grande público. Embora queira trabalhar com transporte de valores - disciplina de extensão que já existe há anos -, as mudanças, na visão dele, são boas. ''As novas matérias nos farão ir ao mercado com mais experiência e um melhor aprendizado'', argumenta.
Malaquim se diz um apaixonado pelo risco da profissão e que por isso optou por se especializar em transporte de valores. Aos que desejam se tornar um vigilante, ele dá uma dica: ''é preciso gostar do que faz e ter muita competência''. (V.F.)





