Já é consenso de que colaboradores mais bem preparados e presentes em um ambiente que privilegia o desenvolvimento de suas competências têm maior atratividade pelo trabalho, o que aumenta as chances da empresa atender melhor seus clientes e demais públicos de interesse. "Há também estudos que procuram avançar nessa questão e apontam detalhes de correlação entre orçamento financeiro dirigido à educação corporativa, carga horária de treinamentos e capacitações, número de colaboradores envolvidos no processo, nível de avaliação e performance alcançado no cumprimento das tarefas inerentes ao cargo ou função, entre outros. Essa correlação tem demonstrado uma eficiência financeira maior por parte das empresas que têm destinado tempo e recursos para a aprendizagem por meio da educação corporativa", avalia.
O assistente de atendimento ao cliente, André Saranz Ferreira Simas, funcionário da Unimed desde 2008, conta que vive em seu dia a dia os efeitos da educação corporativa. Para ele, ter com clareza os objetivos da empresa, uma política de cargos e salários, treinamentos de grupo e outras modalidades de aprimoramento profissional é motivante.
Simas comenta que já passou por outras empresas e embora tenha vivenciado alguns treinamentos, o desempenho atual é mais avançado. "O conhecimento adquirido aqui tenho aplicado em outras áreas da vida. Saber de tudo o que a empresa me proporciona me deixa motivado e disposto a evoluir cada vez mais", aponta.
Também atuando na Unimed, já há sete anos, a analista de processamento de contas, Zuleiga Freitas de Moura Cardoso, acrescenta que devido a educação corporativa há um sentimento de gratidão pela empresa, o que afeta diretamente seu futuro profissional. "Se acontecer de receber uma proposta melhor, tudo será muito bem estudado; para trocar isso aqui, a proposta tem que ser muito boa. A empresa nos incentiva a buscar o conhecimento e dá vontade de dar algo em troca", garante (V.F.)

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