Para a ministra Delaíde Arantes, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), a profissão de diarista deve ser regulamentada o mais rápido possível para evitar o aumento da informalidade e o prejuízo que irá resultar, principalmente, para efeito de aposentadoria. Embora as diaristas possam contribuir individualmente para a Previdência, muitas não possuem a cultura dessa prática.
O preço da diária que varia entre R$ 80 e R$ 100, dependendo da região é bem diferente da doméstica que equivale em salário mínimo, a R$ 18,16 por dia'', diz, ressaltando que é preciso que a Justiça esteja atenta à distinção entre diarista e doméstica. ''No meu entender, não é um ou dois dias de trabalho na semana que vai definir isto. O que vai diferenciar são as condições da prestação de serviço.
Apesar do número de empregadas domésticas com carteira assinada ter aumentado de 23,7% para 26,3% entre 1999 e 2009, somente 1,7 milhão do total de 6,7 milhões de trabalhadoras ocupadas nesta profissão se encontram no mercado formal.(Reportagem Local)

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