Vale ressaltar que "tempo de crise também é tempo de gestão". Esse recado é dado por Luiz Malta, da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), ao afirmar que os diferenciais competitivos somente podem ser alcançados por meio da ação integrada, sistêmica e comprometida de uma equipe de trabalho.
"Uma forma para engajar a equipe na busca de maior produtividade é envolvê-la nas soluções dos problemas. Ouvir o que seus colaboradores têm para dizer e recompensá-los por suas ideias e atitudes positivas. Nem sempre o dinheiro é o melhor reconhecimento, por isso, pergunte para seus funcionários o que eles gostariam de receber como forma de recompensa", completa.
Segundo ele, os tradicionais recursos organizacionais já não atendem mais as necessidades das empresas que atuam em um mercado competitivo, dinâmico e instável.
"A inovação dos processos de trabalho é um caminho. As pessoas são o capital intelectual da empresa e sem elas, a empresa não evolui. Discutir gestão estratégica de pessoas é garantir um estreito alinhamento das ações e programas da área com as estratégias e objetivos globais da organização", diz.
Ainda de acordo com Malta, nas épocas de maior dificuldade é fundamental investir na capacitação de seus funcionários. "Uma equipe treinada e motivada gera mais resultados. A direção da empresa deve buscar a união de todos em prol de um objetivo comum", comenta. (M.O.)

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