Política de sucessão cria visibilidade
No Boticário a política de sucessão foi implantada ano passado. ''É como olhar com zoom dentro da equipe de cada área quem teria potencial (para assumir outros cargos)'', disse a analista de recursos humanos da empresa, Kathia de Castro Campos Tenor.
O processo é utilizado para os cargos de diretor, gerente, coordenação e presidente. Para isso, são realizadas avaliações de competências técnicas, pessoais e pré-requisitos como formação e tempo de experiência. O funcionário ainda faz uma autoavaliação e é avaliado pela chefia imediata. Os resultados vão para um comitê de cada área. Entre o final de 2007 e o começo deste ano foram realizadas as primeiras promoções com sete profissionais para os cargos de gerente e coordenador.
Esse processo será realizado a cada dois anos, mas pode ter atualizações quando houver necessidade. ''Essa é a maneira mais rápida de responder a uma eventual movimentação na empresa. É um programa de retenção de talentos, uma ferramenta de gestão e valorização do funcionário'', destacou.
Ela acredita que a política de sucessão cria visibilidade para os profissionais e ainda o funcionário recebe um retorno dos pontos que pode melhorar. (A.B.)





