Planejamento é o primeiro passo
Olhar a empresa como um todo e avaliar como ela está trabalhando a sua estratégia e gestão da marca ao longo dos anos é a primeira orientação dada pela master em neuromarketing e neuroestratégia Regina Monge, diretora de comunicação da Neurobusiness.org.
De acordo com ela, planejamento é uma questão de sobrevivência em momentos de crise e para isso é preciso entender que houve mudanças expressivas no comportamento do consumidor.
"Deve-se buscar o tema em livros, eventos ou consultorias capacitadas para ajudar. A partir daí, é preciso avaliar se pode ou se está preparada para adotar esses conhecimentos em suas ações. Não é sair fazendo, requer planejar", alerta.
Pensando em ampliar o conhecimento em gestão, o cirurgião-dentista Anderson Noboru Tsumanuma participou recentemente de uma palestra sobre neuromarketing na Unopar do Shopping Boulevard.
Ele conta que o interesse maior é aprender ferramentas para proporcionar o máximo de benefícios aos pacientes, pois acredita que, para o consumidor, comprar algo que não é palpável é um grande problema, principalmente na área de prestação de serviços.
"Aliado à isso, os ambientes de consultórios costumam gerar uma certa fobia nas pessoas. É por isso que a ideia é tornar esse espaço o mais aconchegante possível e melhorar sempre o canal de relacionamento com os clientes. Estou sempre me atualizando tecnicamente, mas tenho visto que é importante também aprimorar a gestão", conta.
Ao apostar no marketing sensorial, Tsumanuma pensou nos detalhes da decoração do escritório. Para uma música ambiente ou mesmo detalhar informações técnicas sobre os tratamentos, ele instalou uma grande televisão na parede, preparou uma mesinha para servir café e bolachas e perfumou o local. "Acho que tudo isso ajuda a quebrar o clima para que o paciente tenha boas experiências aqui", completa. (M.O.)





