As panificadoras estão deixando de ser apenas estabelecimentos responsáveis pela fabricação e venda de pães fresquinhos, bolos, doces e outras guloseimas. Elas tornaram-se ambientes agradáveis de convivência e ponto de encontro entre amigos e familiares. Além do que, fazem parte de um setor onde não há crise, pelo contrário, os empresários do ramo só falam em aprimoramento e crescimento constantes.

Dados da Associação Brasileira das Indústrias de Panificação (Abip) apontam que o setor gera cerca de 758 mil empregos diretos e 1,8 milhão de forma indireta. Contudo, ainda se percebe uma defasagem de cerca de 25 mil postos no setor que poderiam estar preenchidos se houvesse maior investimento na qualificação de mão de obra.

Em Londrina, a situação é a mesma. Segundo o vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Norte do Paraná (Sindpanp), Itamar Carlos Ferreira, o setor chega a oferecer 300 vagas de empregos diretos. Entretanto, sofre com o apagão de mão de obra. "Londrina concentra 400 panificadoras e necessita de profissionais com perfil inovador'', afirma Ferreira.Saiba mais sobre as oportunidades no setor na reportagem de Kalinka Amorim.

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