Opções para várias necessidades
Cursos de informática, pedreiro, autocad, repositor de mercadorias, padeiro e confeiteiro e mais uma infinidade deles podem ser realizados para inserção rápida no mercado de trabalho no Instituto de preparação de mão de obra de Londrina (Ipemol).
''A diferença entre o técnico e o profissionalizante é que o profissionalizante se caracteriza como um curso não regular e se realiza num curto espaço de tempo. Eles servem para uma requalificação ou atualização mercadológica'', explica a diretora do Ipemol, Gisele Volsi.
Para ela, as pessoas devem estar em constante aprimoramento. ''Se engana quem pensa que não precisa se aperfeiçoar só por ter concluído os estudos. Você precisa estar sempre atualizado para se adaptar à globalização. O profissional que buscar essa qualificação estará sempre bem colocado no mercado'', diz.
Ela enfatiza que para uma pessoa se aprimorar profissionalmente, não precisa depender exclusivamente da iniciativa privada.''Um curso gratuito que pode ser feito por qualquer pessoa independente de faixa etária e da inserção no mercado é o de inclusão digital básica'', comenta.
Já o técnico pode ser encarado como uma continuidade, um pós médio e muitas vezes ser considerado como um ensino médio. Ele demora um pouco mais, pode ser realizado no prazo de um a dois anos, mas também tem suas vantagens. ''Quem faz um curso técnico pode concorrer a vagas em órgãos estaduais e federais, por exemplo'', explica o diretor do Instituto Politécnico de Londrina (Ipolon), Hélio Kiuji Kayamori.
Para ele, a maior parte dos técnicos que se formam alcançam colocação no mercado de trabalho. ''A demanda para os níveis técnicos sempre é maior porque ainda existe uma carência desses profissionais. O governo abriu muitos cursos superiores e esqueceu da parte técnica, mas isso tem mudado'', conclui.
Serviço - Ipolon e Ipemol: rua Alagoas, 2001, telefones (43) 3373-4800 ou (43) 3373-4877.
(K.A.)





