Além de todo esforço com papel, caneta e inúmeros livros, um bom estado nutricional pode ser decisivo para a tão sonhada vaga. ''O organismo exerce várias funções, entre elas, o raciocínio e a memória que, por não serem funções vitais, são as primeiras a serem afetadas'', explica a nutricionista Valéria Arruda Mortara.
Ela aconselha aos 'concurseiros' de plantão não estudarem em jejum e nem ficarem beliscando durante os estudos. ''É preciso ter uma alimentação equilibrada, seguida de uma hidratação adequada. As pessoas que estudam em casa acabam comendo indevidamente e não mantêm uma dieta equilibrada, o que pode resultar numa perda de memória'', alerta.
E para quem pensa que chocolate na hora do 'rush' pode ser o melhor aliado, cuidado. ''O chocolate pode ocasionar uma hipoglicemia de rebote e dar aquela moleza que pode causar uma dificuldade de raciocínio. Para a hora da prova é preferível levar frutas, barras de cereais e sucos industrializados a base de frutas e muita água'', aconselha a nutricionista.
Outra atitude positiva durante todo o período preparatório de estudos é adotar uma rotina de exercícios físicos. ''Durante a atividade física, o corpo libera hormônios que proporcionam bem-estar, estimulam a memória, equilibram o sono e ajudam a aliviar o estresse e a ansiedade. Além de tornarem os reflexos e o raciocínio mais rápidos '', explica o personal trainer Carlos Vital Marrafon Junior. (K.A.)

mockup