A dissolução de uma sociedade familiar foi o que levou o empresário Alberto (nome fictício) a recorrer à ajuda dos intermediadores de empresas. Ele toca, em parceria com seu irmão, uma confeitaria onde tudo vai bem, exceto o relacionamento interpessoal entre eles. ''Quando resolvemos nos tornar empreendedores não imaginávamos que isso influenciaria nossos relacionamentos. Nós deixamos de ser funcionários e nos tornamos os donos, com isso acabamos trabalhando mais que os outros e isso começou a gerar conflito. Para não piorarem as coisas, resolvemos vender'', conta.
A opção pelo intermédio da venda, que está em fase do levantamento das informações e dos dados complementares, se deu pelo posicionamento e valorização que o negócio pode ter. ''Você lida com profissionais qualificados que sabem colocar o negócio para possíveis investidores. Com a equipe de consultores a negociação tem chances maiores de sucesso. Eles já têm uma rede de relacionamentos e não correm o risco de fazer uma venda errada'', diz Alberto.
Ele espera uma negociação de sucesso que se concretize nos próximos seis meses. ''Não estamos com pressa e esperamos que a pessoa que vá adquirir o empreendimento goste do ramo e esteja disposta a sacrificar seus finais de semana e feriados'', finaliza. (K.A.)

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