O assistente de marketing, Lucas Soares Tanno, 24 anos, atua há 7 meses na Angelus Ciência e Tecnologia, empresa com foco na inovação de produtos odontológicos, como analista de mídias sociais, outra nomenclatura atribuída ao cibergestor. Além de cuidar de todo o marketing digital da empresa, a gestão do site, das mídias sociais, da plataforma e-commerce e do e-mail marketing ficam sob sua responsabilidade. ''Comecei na área de produtos da empresa, surgiu uma oportunidade no marketing e eu agarrei'', diz ele, salientando que é preciso ter muita paciência para exercer o cargo. ''Os usuários têm dúvidas, reclamações e querem ser atendidos com atenção'', explica.
Tanno acrescenta que como as mídias sociais são ferramentas novas o aprendizado precisa ser constante para um retorno eficaz. Para tornar o relacionamento virtual o mais pessoal possível ele lança mão de seu carisma no dia a dia. ''Procuro postar assuntos pertinentes à área e quando vejo a necessidade de prolongar a conversa mando um e-mail, que é mais pessoal, porém tudo dentro da ética corporativa que deve ser mantida'', afirma.
Nos próximos meses uma comissão de 3% será acrescida ao salário dele. De acordo com o gerente de marketing Felippe Gubert, essa é uma tendência que deve ganhar força para impulsionar a nova função. ''O custo benefício em manter uma pessoa nessa posição dentro da empresa compensa. Como é novidade, muitas empresas ainda não valorizam a importância do cibergestor e seu salário. Daqui para a frente será muito comum ver os salários desses colaboradores serem agregados com bonificações. (K.A.)

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