Flávia Maria de Souza Medri, 30 anos, nutricionista, cumpria uma bolsa de estudos em microbiologia alimentar no Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) quando engravidou. ''Mesmo sendo bolsista e não tendo um vínculo empregatício com a empresa, acharam por bem que eu devia ter o mesmo direito de um funcionário'', conta.
Ela pôde desfrutar da licença-maternidade estendida de Pedro, hoje com um ano de idade. ''Achei muito importante porque cria uma ligação mais forte entre mãe e filho. Ajuda na autoconfiança da mãe e do bebê''.
Pedro é elétrico, esperto e inteligente e Flávia credita isso ao intenso convívio que tiveram nos primeiros meses. ''Passava horas com ele ouvindo música e incitando-o a dançar. Hoje basta tocar música que ele já começa a dançar'', conta.
Mesmo assim, na hora de retornar ao batente, a mãe sofreu. ''Fui trabalhar chorando. Se para mim, que coloquei o Pedro na escola com seis meses, já foi difícil, imagina para uma mãe que precisa fazer isso com o filho de quatro meses'', lamenta.(K.A.)

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