Eduardo dos Santos Volponi, 18 anos, se espelhou na profissão do pai que é pintor. ''Quando fiquei sabendo do Jovem Aprendiz quis fazer. Ajudava meu pai em algumas obras e peguei gosto pela profissão. Faz 7 meses que estou no curso e para mim está sendo ótimo'', comemora.
Na opinião de Volponi, se as corporações seguissem esse modelo de aprendizagem muitos problemas seriam resolvidos: o mercado teria profissionais qualificados e satisfeitos e a resistência dos jovens pela área da construção civil diminuiria . ''Muitas empresas até incentivam os funcionários com cursos de capacitação, mas sem remuneração. Começar a carreira assim, é incomparável'', conta.
Marco Antônio da Silva, 20 anos, achava que trabalhar na construção civil seria dificultoso e exaustivo. Mas viu que não. '' Na prática é bem diferente. É a primeira vez que trabalho e penso que o Jovem Aprendiz é uma oportunidade única pra quem está desempregado e sem perspectiva profissional'', diz.
''Nunca pensei em trabalhar na área e ainda mais que fosse gostar. Achava que era difícil, mas com o aprendizado vi que o trabalho se torna fácil e prazeroso só basta ter força de vontade para aprender'', salienta. ''Com o curso já aprendi a recortar, rolar, passar a massa, calafetar, fazer desenhos com textura, aplicar grafiato e espatulado. Estou feliz'', comemora.(K.A)

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