A influência dos pais e amigos pode ajudar na hora de decidir uma profissão, mas muitas vezes também pode atrapalhar. Alguns alunos afirmam que se basearam na profissão dos pais. O aluno Mário Edson Passerino Fischer da Silva, por exemplo, foi criado em dois meios distintos. Com a mãe teve contato com animais e natureza; já com o pai, consultor de marketing político, conviveu com todas as esferas de poder e suas possíveis manipulações.

Com o tempo adquiriu mais maturidade e aprendeu a se portar e comunicar com as pessoas. A partir daí a opção foi seguir carreira como advogado. Segundo Fischer o Direito abre portas, o ajuda a não ser manipulado pelos outros, além de lidar mais diretamente com pessoas. ''No seminário conversando com um dos palestrantes descobri um novo mundo. Muito mais abranjente, com pontos de vistas diferentes'', lembra.

Muito ligado em biologia marinha, Geraldo Tadeu Jorge Filho sempre acompanhou documentários sobre a vida marinha. Mesmo assim sempre teve vontade de cursar Medicina por causa de seu tio, que é médico. Mas quando ouviu falar em Oceanografia, ele procurou saber do que se tratava. Descobriu que o curso exigia muita dedicação e estudo. ''Infelizmente no Brasil é uma área ainda pouco explorada, pouco desenvolvida. É uma profissão em expansão''.

Barbara Poliselo só teve a certeza do que realmente queria quando teve contato com o laboratório de Química do colégio. A sua mãe é professora da disciplina. Nas orientações recebidas percebeu que poderia optar por outro curso com a qual também tinha afinidade: Farmácia. Chegou a ficar com dúvidas com relação à escolha, mas como não gosta da docência, resolveu ficar com a segunda opção.

Já Victor Fiori Sequinel nunca teve muitas dúvidas. O aluno diz que sempre teve afinidade com programas de geração de imagem, o que o levou a pensar diretamente em Publicidade e Propaganda. ''Aprendi a mexer nos programas sozinho, quando tinha alguma dúvida perguntava à alguem que já sabia para poder me ajudar'', lembra. (C.E.K.)

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