Felizes proprietários
Milton Takabayashi, 46 anos, é empresário de franchising há 10 anos e gostou tanto do esquema que coleciona entre Londrina, Curitiba e Foz do Iguaçu oito lojas, sendo seis de comida chinesa, uma de batata recheada e outra de acessórios femininos. ''É um ramo legal. Quando você tem franquias sérias e idôneas é uma parceria que ambas as partes saem ganhando'', diz.
Ele conta que o know-how foi o que o levou, à época, a estrear no franchising. ''Procurei conhecer várias franquias de diversos segmentos. Me aprofundei nas que retornariam as minhas expectativas. Estudei a praça, os concorrentes, fiz uma avaliação de faturamento/mês e tracei meu plano de negócios próprio. Fazer isso é essencial'', recomenda.
E mesmo sendo um franqueado, dedicação é fundamental para o sucesso. ''Os lucros são reais e o retorno no investimento da primeira loja aconteceu no segundo ano de funcionamento, mas são os olhos do dono que engordam o porco. O franqueador passa o conhecimento testado, mas estar presente no dia a dia checando a qualidade dos produtos, do atendimento é o que alimenta o sucesso do negócio'', diz.
Amarildo Vianna, 35 anos, ex-dekassegui, também investiu no mundo das franquias. Sua opção foi pela indústria do bem estar. Ele é proprietário, desde 2007, de uma unidade de um instituto de cursos profissionalizantes na área de bem-estar. ''Quando retornei do Japão vi que esse mercado era promissor. Decidi optar pela franquia porque ela me ofereceria, além do know-how, todos os materiais didático-pedagógicos que precisaria'', conta.
A escolha do empresário Julio Cesar Ferreira, que há nove anos está no ramo à frente de três franquias de uma empresa de capacitação profissional, instaladas nas cidades de Cambé, Rolândia e Arapongas, foi pautada no capital que tinha em mãos à época. ''Não fiz uma pesquisa detalhada, mas a experiência adquirida com a gerência no setor industrial e o preparo acadêmico que tinha foram cruciais para que eu me mantivesse no mercado'', conta ele.
Sua preferência pelo franchising também foi sustentada pelas maiores chances de sucesso do negócio. ''As chances de um empresário ter sucesso junto a uma franquia é muito maior do que sozinho. Pequenas empresas tem tudo na cabeça. As franquias colocam tudo no papel, isso facilita bastante o processo'', finaliza. (K.A.)





