Estudo que pode levar à cura
O prazer pela pesquisa e o privilégio de, quem sabe um dia, ser o responsável por um estudo que mude os parâmetros de tratamento ou até encontre a cura para doenças como, por exemplo, o câncer. Este é o pensamento da maioria dos estudantes que buscam o curso de Biomedicina.
Flávia Paola Wagner Félix, que se formou este ano pela UniFil, é uma dessas futuras pesquisadoras que espera fazer a diferença no futuro. Ela lembra que na infância passou por problemas de saúde, que foram solucionados graças ao tratamento adequado. ''Sei que minha cura dependeu da pesquisa de biomédicos e assim como fui ajudada, pretendo ajudar os outros'', revela.
Ela conta que tem estudos relacionados ao câncer, iniciados ainda na faculdade, mas afirma ainda não ter decidido em qual setor de pesquisas vai se dedicar. ''Pesquisei bastante antes de entrar no curso, sempre quis me aprimorar na área da pesquisa. Não sei ao certo quais estudos vou desenvolver, mas pretendo fazer um mestrado e um doutorado e, depois de me aprimorar, quem sabe uma pesquisa minha não faça a diferença'', planeja.
Questionada sobre o longo tempo que um biomédico pode levar para obter um resultado satisfatório, ela garante que pesquisar é o que mais a motiva e mesmo que ela não encontre o resultado esperado ao menos o estudo que fizer poderá servir de partida para outros pesquisadores.
Também fortemente ligada a área da pesquisa e vislumbrando o campo da docência em Biomedicina, Paula Signolfi Cyoia é mestranda em microbiologia pela UEL.
Ela revela que embora, tenha pesquisado algo sobre o curso antes de entrar na universidade, foi surpreendida pela vasta gama de conteúdo. Hoje, mais experiente, afirma que a formação é gratificante. ''Gosto muito do que eu faço e não trocaria isso por nada. Estar sempre estudando, realizando pesquisas é o fator que mais motiva na profissão'', conclui Flávia. (V.F.)





