Estudantes vivem expectativa do embarque
Coração apertado, já projetando os meses longe da família, e ao mesmo tempo uma expectativa sem igual sobre o país que vai morar e estudar. Estas são algumas emoções apontadas pelas futuras intercambistas Flávia Mayumi Nakase, de 21 anos, do 4º ano de Medicina Veterinária, do Centro Universitário Filadélfia (Unifil), e Marcelly Chue Gonçalves, de 22, do 3º ano de Biomedicina, da UEL. As duas embarcam ainda este mês para o exterior.
Flávia vai para a Universidade de Bolonha, na Itália, e se diz animada com a oportunidade de fazer um curso em outro país. "Já havia pensado na possibilidade de um dia fazer isto e estou muito feliz em conseguir. O conteúdo que aprenderei lá somará muito ao meu currículo e com certeza largo na frente no mercado de trabalho", avalia.
Para conseguir a vaga, Flávia conta que utilizou a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a boas médias na universidade, além do teste de proficiência do idioma. Para ela, dominar a língua e lidar com a saudade da família serão os seus maiores desafios.
Raciocínio semelhante tem Marcelly, que vai para Universidade de Manitoba, em Winnipeg, no Canadá. "Só de pensar na distância dos amigos e da família dá um aperto no coração. O idioma também será um desafio, mas sei que ao final serei uma profissional mais preparada e o domínio do inglês será ainda melhor", pondera.
Mesmo antes de embarcar, a estudante faz planos de continuar os estudos no exterior. "Sempre pensei em estudar fora, mas nunca planejei, de repente aconteceu. É uma outra cultura, outros costumes. Quero levar as pesquisas daqui e trazer coisas de lá. Não descarto voltar a fazer algo no exterior", vislumbra Marcelly. (V.F)





