Estudante vê novas possibilidades
O novo perfil do profissional de biblioteconomia não carrega mais aquele estereótipo da senhora de óculos que fica nas bibliotecas para ajudar a encontrar livros e exigir por silêncio. A realidade hoje é outra e há uma crescente presença de homens no curso.
Houve um tempo em que realmente existia uma predominância feminina, mas cada ano que passa percebemos uma divisão quase igualitária entre os sexos nas turmas, informa Silvana Drumond Monteiro, coordenadora do Colegiado de Biblioteconomia da Universidade Estadual de Londrina (UEL).
Essa percepção é representada bem pelo estudante Marcos Vinícius Fidencio, 24 anos, que cursa o terceiro ano de Biblioteconomia. Faltando um ano para concluir o curso, o universitário se diz surpreso com todo o conteúdo que aprendeu e a visão ampla que adquiriu sobre sua futura profissão. Cada vez mais a tecnologia está entrando na área e possibilitando mais opções de trabalho. Não estamos restritos às bibliotecas e isso aumenta a chance de entrar no mercado de trabalho, afirma.
Marcos Fidencio já traça planos e pretende prestar concurso público para atuar como bibliotecário jurídico em um Tribunal Federal. Sempre gostei dessa parte jurídica e espero um dia trabalhar na gestão e organização dessas informações, almeja. (V.F.)





