Do game à escolha da profissão
Há seis anos, Leopoldo Maje já ouvia dizer que a área de TI era promissora, mas ele ainda não havia se decidido sobre qual profissão escolher. A única certeza que tinha era de que trabalhar com jogos - o seu hobbie seria muito interessante.
Foi então que, depois de algumas pesquisas, descobriu que o setor de TI poderia lhe dar essa oportunidade. "Comecei a conversar com pessoas que tinham se formado nessa área e tomei minha decisão", comenta ele, que está no 4º ano de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Cornélio Procópio.
Atualmente, Maje está envolvido com o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), mas já possui uma boa experiência. No terceiro semestre, fez um estágio no Hospital Universitário (HU), onde ajudou no desenvolvimento do software do Hemocentro.
Ao sair, recebeu convites de trabalho e durante um ano atuou na mesma função, em uma empresa de Ibiporã voltada ao segmento comercial. E antes mesmo de concluir a faculdade, Maje já tem uma perspectiva de emprego.
"Os donos de uma empresa de games aqui de Londrina estão precisando contratar alguém. Fiz o teste e a entrevista, mas pelo TCC precisei adiar qualquer mudança, pois para começar a trabalhar lá, precisaria me preparar em relação a linguagem que eles usam. A boa notícia é que me deixaram as portas abertas", diz.
O preparo citado por Maje reflete justamente a questão do aperfeiçoamento contínuo que a profissão exige. "É muito fácil a gente se estagnar no emprego, mas isso não pode acontecer porque temos que acompanhar a velocidade do setor. Além disso, meu conselho é aprimorar o inglês, pois é uma necessidade real do curso, assim como os conhecimentos em matemática e física, que podem ser pontos consideráveis", observa ele, que almeja em pouco tempo, o cargo de arquiteto de software. (M.O.)





