Do balcão para o escritório
O trabalho pesado no açougue ficou no passado para Renan dos Santos Abreu, de 21 anos. Cansado da falta de tempo e da jornada pesada, ele começou a fazer uma pesquisa de mercado e viu na área de Tecnologia da Informação um caminho para mudar de vida.
Abreu se matriculou em um curso técnico de Cobol. Um mês depois, já estava empregado como programador. ''Foi a melhor coisa que me aconteceu. Hoje meu trabalho é tranquilo, sem estresse e, em termos salariais, a melhora também foi significativa.''
A próxima etapa no desenvolvimento profissional do ex-açougueiro é a faculdade. Ano que vem quer prestar vestibular na área. ''Pretendo me especializar em programação e me tornar um analista de sistemas.''
Jornada tripla
Estudante do terceiro ano de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Cornélio Procópio, Mariane Amaro Santos, 20 anos se divide entre a graduação, o curso técnico em Java e o estágio como programadora.
Mariane encontrou no Java um leque variado de opções. A linguagem pode ser desenvolvida tanto para a web e celulares quanto para computadores pessoais. A falta de profissionais no mercado, na opinião dela, é resultado do desinteresse e do despreparo profissional. ''É um ramo que demanda atualização constante e, se você não estiver determinado, fica para trás.'' (K.A.)





