Enquanto há procura por profissionais de criação, o setor de execução está sofrendo com as demissões, que se intensificaram a partir de setembro. ''Sempre houve grande procura por costureiras, chegamos a uma demanda de mil profissionais, principalmente nos últimos três anos. Tanto é que conseguimos boas negociações na época do reajuste salarial. Mas depois da entrada dos produtos chineses no Brasil, a situação se complicou bastante'', garante José Ricardo Leite, presidente do Sintvest.
O preço baixo chama a atenção do consumidor, que nem sempre se atenta para a falta de qualidade do produto e com isso, as indústrias tiveram que recorrer às demissões. Leite estima que 300 mil trabalhadores já perderam seus empregos.
Para tentar reverter o problema, estão sendo realizadas diversas audiências públicas nos Estados para elencar propostas de ajustes nas taxas de importação. (E.G)

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